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Proex realiza II Workshop da Rede OMT

Comitês do OMT definem metodologia de pesquisa sobre emprego formal para o desenvolvimento regional na Amazônia

 

  • Publicado: Quinta, 09 de Maio de 2019, 22h50
  • Última atualização em Quinta, 09 de Maio de 2019, 22h51
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O Setor de Egressos e Observatório do Mundo do Trabalho (OMT), da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), realizou quinta-feira, 2 de maio, no auditório do Centro de Tecnologias Educacionais e Educação a Distância (CTEAD), o II Workshop “Metodologia da Pesquisa sobre Emprego Formal no campo do Desenvolvimento Regional na Amazônia”. O evento, direcionado aos membros dos OMT’s, foi transmitido por webconferência e contou com a participação de membro do OMT de Marabá Rural.   

“Para a Rede OMT estas oportunidades são muito importantes para a capacitação dos membros de todos os campi para a atuação local. Para o IFPA, trata-se da primeira fase de levantamento de dados sobre o contexto em que estão inseridos nossos campi”, comenta a Coordenadora do Setor de Egressos e Observatório do Trabalho, Fernanda Coimbra.

O Professor do Campus Castanhal, Dayan Pereira, destaca que é preciso articular a Rede OMT neste primeiro semestre, para conseguir iniciar no segundo semestre as pesquisas e tabulação de dados sobre o mundo do trabalho nos municípios e regiões de abrangência dos campi. Durante o workshop, foram abordadas as três grandes pesquisas estruturantes que a Rede OMT que servem de suporte à tomada de decisão estratégica pelos campi do Instituto Federal. “Produto Interno Bruto Municipal, o emprego formal, e a execução fiscal do governo municipal e estadual. Estas três pesquisas possibilitam desenvolver análises e diagnósticos técnicos para dar suporte à gestão e reitoria do IFPA. Servem para identificar quais são as tendências da economia e do desenvolvimento regional na Amazônia, que engloba o Estado do Pará. As informações darão maior precisão na hora de definir quais cursos e qualificações técnicas têm maior potencial e devem ser ofertadas pela instituição. Através de uma metodologia de pesquisa objetiva, a administração obterá informações concretas sobre quais são as tendências e pode melhor se posicionar sobre suas escolhas”, assegura o pesquisador.

“Estamos iniciando as atividades do OMT local, por isso é importante participar deste Workshop. Lá em Marabá, no campus, temos dificuldades de acesso à internet. Para nós é importante vir e participar presencialmente para poder levar contribuições para toda a equipe do Comitê local”, ressalta o membro do Comitê de Extensão do Campus Marabá Rural, Idel Pantoja Garcia.

Fernanda ressalta que é imprescindível que os membros dos OMTs, que não acompanharam o Workshop, busquem se interar do assunto por meio do sigaa e pelo e-mail. “Está previsto, para dia 17 de maio, a continuidade deste trabalho por meio de oficina para a construção da base de dados e treinamento sobre a ferramenta de coleta e armazenamento dos dados. Os OMTs devem enviar os Planos de Trabalho e os Planos dos Grupos de Pesquisa, dois documentos que dão suporte ao OMT local”, orienta a coordenadora.

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