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Servidores do IFPA passam por Formação em Educação Socioemocional

  • Publicado: Sexta, 06 de Março de 2020, 17h37
  • Última atualização em Sexta, 06 de Março de 2020, 17h37
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Psicólogos de vários campi do Instituto Federal do Pará (IFPA) reuniram-se na Reitoria para a primeira Formação Continuada de Facilitadores em Educação Socioemocional. Realizada pela Pró-Reitoria de Ensino (Proen), em parceria com a Diretoria de Gestão de Pessoas (DGP), a formação tem como objetivo capacitar servidores de todos os campi do Instituto como facilitadores para implantação e execução do Projeto de Educação Socioemocional do IFPA.

Em três dias de Formação, foram discutidas cinco temáticas: Entendendo o novo panorama social; Autoconhecimento; Identificação e gerenciamento de emoções; Propósito, resiliência e organização de rotinas; Organização e planejamento estratégico de projetos/Campus. As formações foram comandadas pela facilitadora Silene Gualberto França, psicóloga especialista em Gestão Escolar e Educação Especial.

“Cada dia mais a nossa sociedade sofre por questões emocionais, os adolescentes tem outra formação, é uma geração muito diferente das gerações anteriores, estão muito mais conectadas, com muito acesso a informação, que não necessariamente se transforma em conhecimento, sabedorias e reflexões, às vezes é um monte de informação que não se traduz em coisas positivas para eles e a ideia é a gente fazer ajustes, trabalhar com estratégias às vezes simples de dinâmicas, rodas de conversa, oficinas, mas que possam suscitar nessa geração tão carente disso as reflexões para esse dia a dia”, explica Silene França.

O Projeto de Educação Socioemocional do IFPA é uma ação de educação e saúde para o desenvolvimento de competências socioemocionais em técnicos, professores, alunos e famílias, para que se tornem mais conscientes de suas emoções e saibam lidar com momentos de conflitos, em busca de uma cultura de paz em todos os campi do IFPA. “A intenção foi discutir com eles essas mudanças geracionais, essas questões mais urgentes de adoecimento social e o que a gente pode fazer com isso. A ideia desse momento era a gente fazer uma discussão macro, a partir daí fazer planejamentos mais específicos para cada campus, pra gente trabalhar de maneira ainda mais efetiva”, complementa a facilitadora.

Para a psicóloga do Campus Santarém, Elana Coelho, a Formação foi fundamental para que os participantes pudessem compreender de que forma irão atuar no âmbito do Projeto. “Nós, psicólogos, estávamos com essa demanda, com essa necessidade de alinhar as nossas ações e essa formação está dando um direcionamento de como a gente pode atuar, do que a gente pode fazer, então tá sendo muito bom, principalmente porque estamos tendo a oportunidade de compartilhar com os colegas o que a gente está fazendo, quais são os nossos desafios, pra gente poder saber como vai trabalhar com essa questão das emoções, que a gente percebeu ser uma situação geral, a sociedade atual não consegue lidar com as suas emoções, as relações são muito rápidas, fluidas e frágeis. A expectativa é muito grande, principalmente porque isso faz parte de uma ação maior, que não é específica do campus, mas que ocorrerá em todos, isso acaba dando uma força maior num trabalho que já é realizado, mas vai ajudar e muito que a gente consiga sensibilizar toda a comunidade acadêmica de que é importante viajar nessa questão da educação emocional”, conta a psicóloga.

A primeira fase do Projeto consistiu na indicação do servidor responsável em cada campus. Agora, após passarem pela Formação, os servidores designados vão para a terceira fase do Projeto, a formação de equipe de trabalho, que ficará responsável pela criação do Plano de Atividades referente às ações a serem realizadas no âmbito do Projeto. As ações serão voltadas para o desenvolvimento de habilidades emocionais, cognitivas, sociais e éticas, visando à conscientização da comunidade escolar.

Texto: Livea Colares | ASCOM IFPA Reitoria

 

 

 

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