Ir direto para menu de acessibilidade.
Brasil – Governo Federal
Página inicial > Últimas Notícias > Estudantes são medalhistas na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA) 2025
Início do conteúdo da página
Últimas notícias

Estudantes são medalhistas na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA) 2025

  • Publicado: Terça, 22 de Julho de 2025, 18h23
  • Última atualização em Quarta, 23 de Julho de 2025, 16h54
imagem sem descrição.

O Instituto Federal do Pará (IFPA) se destacou durante a 28ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e a 19ª Olimpíada Brasileira de Foguetes (ObaFog). Os destaques são estudantes dos campi Altamira, Itaituba, Marabá Industrial, Parauapebas, Tucuruí. A prova foi realizada em 16 de maio. Ao todo garantiram oito medalhas e indicações para as Seletivas Internacionais


A OBA é uma competição anual realizada presencialmente nas escolas e supervisionada por professores, com provas que avaliam os conhecimentos em Astronomia, Astronáutica e Física. Já a ObaFog é uma atividade experimental em que os alunos constroem e lançam foguetes feitos com garrafas PET, individualmente ou em equipes de até três integrantes. Levam os estudantes para o campo da ciência através da diversão e da competição. Abrem portas para os estudantes no ensino superior com possibilidade de receber bolsas. E oportunidade de ingresso na iniciação científica.


A coordenadora da OBA no Campus Parauapebas, Professora Natália Ferreira Vidal e o coordenador da OBA do campus Altamira, o Técnico Administrativo em Educação Maurício Neubson Medeiros Gonçalves explicam que as Olimpíadas Científicas são, de maneira geral, grandes aliadas da divulgação científica, uma forma de promover ciência na escola de forma lúdica e divertida, bem como, forma de despertar talentos.


Os coordenadores da OBA no IFPA – Campus Altamira - Maurício Neubson Medeiros Gonçalves; Campus Tucuruí - Jean Carlos Matos de Sousa; Campus Parauapebas - Natália Ferreira Vidal; Campus Marabá Industrial - Samuel Antonio Silva do Rosario – são unanimes em afirmar que o desempenho dos estudantes do instituto reforça o quanto os campi têm feito um excelente trabalho, ofertando ensino técnico voltado à ciência e à tecnologia, com foco na formação de bons profissionais e de estudantes aptos a seguir a carreira acadêmica e técnica.


“As medalhas são frutos do empenho e dedicação ao longo do preparatório e da prova. E se devem aos conhecimentos que os estudantes adquiriram nos cursos técnicos do IFPA. Nossos cursos, de qualquer área técnica, são muito bons! Preparam o estudante para o ensino superior, competições científicas e também para o mundo do trabalho. A formação do IFPA contribuiu sobremaneira para o sucesso dos alunos na Olimpíada”, garante a professora e coordenadora da OBA no Campus Parauapebas, Natália Ferreira Vidal.


Essa é a primeira participação da professora Natalia Vidal na coordenação da OBA no Campus Parauapebas. “Está sendo muito boa essa experiência. Garantimos medalha e teremos uma equipe do curso Técnico de Mecânica indo ao Rio de Janeiro para a Jornada de Foguetes. Por conta da OBA, estamos vendo a Física de uma forma bem aplicada na ciência e tecnologia”, acrescenta professora Natália Vidal.


Para a medalhista de bronze Thayana Pereira Brito, 17 anos, estudante do curso Técnico em Automação Industrial no IFPA Marabá Industrial, essa olimpíada a permitiu evoluir “A astronomia é sobre explorar e olhar o universo com outros olhos. Com a OBA aprendi a buscar respostas por conta própria e, principalmente, a valorizar o conhecimento científico”.


A jovem explica que estudou nas apostilas oficiais disponibilizadas pela organização da OBA, e assistiu os vídeos relacionados aos temas da prova. Buscou resolver questões de edições anteriores, e isso a ajudou a compreender melhor o formato das perguntas e a aprofundar o entendimento dos conteúdos.


Thayana detalha, também, que decidiu participar da OBA por pura curiosidade e pelo desejo de viver essa experiência. “Achei que seria uma boa forma de testar meus conhecimentos e aprender algo diferente do que vejo no dia a dia escolar. Também quis me desafiar, sair da rotina e conhecer mais sobre uma área da ciência que sempre me chamou atenção”.
“A OBA representa uma oportunidade de aprendizado, de aceitar desafios e de acreditar no meu próprio potencial. Sou grata pelo incentivo que a instituição me proporcionou, assim pude aproveitar essa experiência e crescer com ela. A medalha de bronze não foi só um prêmio, mas a prova de que todo o meu esforço valeu a pena”, acrescenta Thayana.


Jamile Pereira da Silva, 19 anos, do curso Técnico em Meio Ambiente no IFPA Parauapebas, conquistou a medalha de prata nessa edição da olimpíada. Participante regular da OBA, ela já havia sido premiada nas edições de 2020 e 2023. “Sempre gostei muito da OBA, desde os assuntos das provas até a forma como são abordados. É gratificante ver um esforço recompensado”, afirmou. Jamile também fez questão de agradecer à professora Natália Vidal e aos docentes de Física e Ciências que incentivaram a participação dela e dos demais colegas na competição.


Jamile destaca que ficou realmente feliz com esta conquista. “É gratificante ver um esforço depositado ser recompensado. Sempre gostei muito da OBA, desde os assuntos das provas até a forma como são abordados. O teste traz questões para medir nosso conhecimento, mas também promove novos aprendizados para os participantes”.


Os medalhistas detalharam que as questões da OBA abordam, em geral, assuntos curiosos, informações novas e interessantes sobre a astronomia e a astronáutica que são muito enriquecedores, principalmente para quem ama o universo, os sistemas e tudo que neles se movimenta.
OBA e OBAFog 2025


A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica e a Olimpíada Brasileira de Foguetes são realizadas pela Sociedade Astronômica Brasileira em parceria com a Agência Espacial Brasileira. As competições têm como público-alvo alunos de todos os anos do ensino fundamental e médio em todo o Brasil e no exterior (escolas de língua portuguesa). Mais de 1,5 milhão de alunos participaram da edição 2025.


Confira o quadro de medalhas dos estudantes do IFPA:
CAMPUS ALTAMIRA
Eduardo Benício Acosta de Mattos – 15 anos - Técnico em Informática IFPA Altamira - Medalha de Prata
CAMPUS ITAITUBA
Douglas Gonçalves Santos – Técnico em Informática – 16 anos -IFPA Itaituba - Medalha de Prata
CAMPUS MARABÁ INDUSTRIAL
Pedro Ícaro Brandão Pereira da Silva – 16 anos - Técnico em Eletromecânica - IFPA Marabá Industrial - Medalha de Prata
Sophia Noronha Barbosa – 16 anos -Técnico em Controle Ambiental - IFPA Marabá Industrial - Medalha de Bronze
Thayana Pereira Brito – 17 anos - Técnico em Automação Industrial - IFPA Marabá Industrial - Medalha de Bronze
Marcelo Soares dos Santos - 17 anos - Técnico em Automação Industrial - IFPA Marabá Industrial – Medalha de Bronze
CAMPUS PARAUAPEBAS
Jamile Pereira da Silva, 17 anos – Técnico em Meio Ambiente – IFPA Parauapebas - Medalha de Prata
CAMPUS TUCURUÍ
Emilly de Oliveira Silva – 17 anos - Técnico em Saneamento - IFPA Tucuruí - Medalha de Bronze.

 

Equipe confirmada para ir ao Rio de Janeiro para a Jornada de Foguetes:

Equipe Mosquitas Amanda Gisele Oliveira da Silva Talita Castro Silva Lana Hadassa de Oliveira Fernandes Ana Maria da Cruz Silva Curso técnico em mecânica Natália Ferreira Vida

Equipe Mosquitas do Campus Parauapebas: Amanda Gisele Oliveira da Silva - Talita Castro Silva - Lana Hadassa de Oliveira Fernandes - Ana Maria da Cruz Silva - Curso técnico em mecânica

 

registrado em:
Fim do conteúdo da página
-->