Quem estuda no IFPA tem acesso à alimentação para ter mais energia e melhores condições de aprendizagem na formação profissional
#VemProIFPA
Nossa região é marcada por muitos desafios socioeconômicos e a alimentação corresponde a uma das principais questões que influenciam na permanência e êxito dos estudantes em sala de aula.
Estudar no IFPA é ter acesso à alimentação universal e gratuita. Ela corresponde a 60% do orçamento da Assistência Estudantil e atende mais de 9 mil estudantes em formação nos cursos técnicos (integrados e subsequentes) e na graduação. Em 2025, só na alimentação, o IFPA investiu R$ 7,6 milhões. Para 2026, a previsão é um aumento de 13,4%, equivalente a R$ 8,6 milhões, dos quais 50% já foram executados.
A alimentação é gerenciada e distribuída conforme a realidade de cada campus. Ou seja, cada unidade tem autonomia para encontrar a melhor forma de oferecê-la aos estudantes, tendo atenção especial aqueles de cursos em tempo integral e que realizam atividades em contraturno.
Os lanches ou refeições, dependendo da realidade de cada campus, são ofertados gratuitamente aos estudantes. Essa é uma das principais diferenças entre a alimentação estudantil no IFPA e os restaurantes universitários. Em nosso caso, não há a necessidade do estudante realizar nenhum tipo de pagamento pela alimentação, nem mesmo um valor simbólico, como costuma ocorrer nas universidades públicas.
Nos campi onde ainda não há restaurante ou cantina, os estudantes recebem um auxílio específico para que possam adquirir alimentos em outros estabelecimentos e garantir segurança alimentar e concentração durante as atividades pedagógicas.
A garantia da alimentação estudantil no IFPA vem de fontes institucionais, previstas em políticas públicas destinadas à educação básica e voltadas a estudantes da rede pública de ensino. Complementar a isso, em março deste ano, a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), criou o Apoio à Alimentação do Estudante da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (RFEPCT) e despesas correlatas, chamado de Ação Orçamentária 21IV, que define parte do orçamento dos Institutos Federais para a alimentação estudantil.
A 21IV, formalizada na Nota Técnica 67/2026/SETEC, surgiu devido às características que diferenciam a Educação Profissional e Tecnológica das redes estaduais e municipais de educação básica e das universidades. Assim, a Ação Orçamentária busca atender ao perfil socioeconômico dos estudantes dos Institutos Federais, em muitos casos em vulnerabilidade social, ao caráter dos cursos de período integral e à localização dos campi, em regiões com baixa oferta de serviços de alimentação acessíveis.
A previsão é que, a partir de 2027, os campi do IFPA se estruturem ainda mais para oferecer alimentação aos estudantes, proporcionando um ambiente pedagógico com segurança alimentar e em melhores condições para formação profissional, científica e tecnológica.